A SBDOF

  • Principal
  • A Sociedade Brasileira de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial – SBDOF, é uma sociedade civil, de caráter cultural e científico, que visa congregar os Cirurgiões Dentistas inscritos no Conselho Federal de Odontologia como especialistas em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial, bem como Cirurgiões Dentistas de outras especialidades, generalistas, e profissionais de outras áreas da saúde.

    A SBDOF tem como objetivos:

    - sistematizar e divulgar a prática, o ensino e a pesquisa desta especialidade no país, adentrando as instituições de ensino odontológico , incentivando a modernização dos materiais e métodos didáticos.

    - colaborar para a atualização constante de nossos membros através de Encontros Científico-Culturais, estimular e apoiar desta forma a pesquisa e a divulgação dos seus resultados para todos os interessados, incluindo o público leigo.

    - promover intercâmbio com entidades congêneres nacionais e estrangeiras, de forma a lutar pela unificação da nomenclatura, direta e indiretamente relacionada ao campo da DTM e da Dor Orofacial.

    - propor, aprovar e divulgar declarações oficiais sobre os temas de interesse da especialidade.

     

  • Histórico
  • A história da SBDOF inicia-se em Janeiro de 2010, quando um grupo de amigos, especialistas em DTM e Dor Orofacial se reuniu no prédio central da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (APCD), durante o Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP).

    Na ocasião, foram convidados alguns especialistas que participam de organização de cursos e congressos cujo tema é dor orofacial no país. O objetivo era discutir o futuro da especialidade e elaborar um texto que pudesse ser utilizado para divulgação da mesma.

    O documento, intitulado Termo do I Consenso em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial, foi revisado e publicado na revista Dental Press Journal of Orthodontics. Ele contém informações claras e fundamentadas para orientar o cirurgião-dentista e demais profissionais de saúde sobre os cuidados demandados pelo paciente de DTM, tanto no processo de diagnóstico diferencial, quanto na fase de aplicação das terapias de controle da dor e disfunção.

    Em Janeiro de 2011, durante o Congresso Internacional de São Paulo (CIOSP), aconteceu a segunda reunião  com a participação de especialistas em Disfunção Têmporo-Mandibular e Dor Orofacial, onde conseguimos reunir quase 80 Cirurgiões-Dentistas especialistas, o que corresponde a cerca de 10% de todos os especialistas do Brasil registrados no Conselho Federal de Odontologia.

    O objetivo desse encontro foi a discussão do momento atual e rumos futuros dessa nova especialidade odontológica no Brasil. Na primeira parte da reunião foram proferidas três palestras de curta duração, começando pelo Prof. Reynaldo Leite Martins Junior que discorreu sobre a dificuldade de se fazer chegar ao CD Clínico Geral informações atuais com bases científicas sólidas relativas a procedimentos de diagnóstico e tratamento das DTM, além da importância de serem adotados nessa área procedimentos terapêuticos com base em evidências científicas de boa qualidade. Completou sua apresentação tecendo comentários sobre questões éticas relativas à aplicação clínica de procedimentos de diagnóstico e tratamento cuja validade ainda não estão adequadamente comprovados, ou mesmo são contra indicadas.

    O Prof. Dr. Paulo César Rodrigues Conti enfatizou a importância de se estabelecer um conteúdo curricular mínimo para ser ministrado em cursos de pós-graduação na área de DTM e Dor Orofacial, citando como modelo a ser seguido e adaptado a nossa realidade recente artigo publicado no Journal of Orofacial Pain (vol 24, n 4, 2010) que representa a visão da Academia Americana de Dor Orofacial (AAOP – American Academy of Orofacial Pain) sobre o assunto. Segundo ele, isso se faz necessário a fim de se tentar diminuir a disparidade de procedimentos clínicos frequentemente observados no atendimento de pacientes sofredores de DTM.

    Finalizando esta seção, o Dr. José Luiz Peixoto Filho fez a leitura e explicação da “Declaração Oficial de Informação sobre as DTM – AADR 2010” que foi elaborada por membros do grupo de Neurociências da Academia de Pesquisa Odontológica Americana (American Academy of Dental Research) e que é considerada o texto de posicionamento oficial tanto dela quanto da Associação Internacional de Pesquisa Odontológica (International Association of Dental Research). Sobre este texto, o Professor Charles Greene (que coordenou sua elaboração) emitiu a seguinte declaração: ”… é definitivamente verdade que a Declaração sobre as DTM que está no site da AADR pode ser reproduzida tanto on-line quanto em periódicos em todo o mundo. Ela é uma “Declaração de Informação Científica” direcionada tanto para o público em geral quanto para os clínicos que atuam nessa área.”

    As apresentações foram debatidas com os colegas presentes. Ao final desta seção ocorreu manifestação da maior parte dos presentes que deixaram claro a necessidade de se estudar a criação de uma entidade de especialistas nessa área com o objetivo de avançar tanto o conhecimento e ensino quanto a divulgação da especialidade no Brasil, o que levou a criação da Sociedade Brasileira de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial – a SBDOF.

    A reunião  de fundação aconteceu em 28 de janeiro de 2012 em São Paulo. 126 cirurgiões dentistas, a maioria especialistas na área, estiveram presentes e compartilharam o desejo de participarem. A fundação também foi prestigiada pelo atual presidente do Conselho Federal de Odontologia, Ailton Diogo Morilhas Rodrigues.


     

  • Diretoria
  • Diretoria atual

    Membros da Diretoria do quarto biênio:

    Presidente: Reynaldo Leite Martins Junior
    Vice-Presidente: Paulo Afonso Cunali
    Secretária: Daniela Aparecida Godoi Gonçalves
    Tesoureiro: Rodrigo Estevão Teixeira

    Para entrar em contato com a SBDOF: sbdof@sbdof.com

    Histórico

    Membros da Diretoria do terceiro biênio:

    Presidente: João Henrique Padula
    Vice-Presidente: Paulo Afonso Cunali
    Secretária: Liete Zwir
    Tesoureiro: Rodrigo Estevão Teixeira

    Membros da Diretoria do segundo biênio:

    Presidente: Paulo César Rodrigues Conti
    Vice-Presidente: Reynaldo Leite Martins Junior
    Secretário: João Henrique Padula
    Tesoureiro: Rodrigo Wendel

    Membros da Diretoria do primeiro biênio:

    Presidente: Paulo César Rodrigues Conti
    Vice-Presidente: Simone Carrara
    Secretário: Rafael Santos Silva
    Tesoureiro: Rodrigo Wendel
    Coordenador da Comissão de Ensino e Pesquisa: Reynaldo Leite Martins Junior
    Coordenadora da Comissão de Comunicação: Juliana Stuginski Barbosa
    Coordenador da Comissão de Saúde Pública: João Henrique Padula

     

  • Ensino e pesquisa
  • A presença de várias comissões na estrutura da SBDOF está longe de significar que existem temas a serem trabalhados de forma individualizada. Na realidade, julgamos ser impossível, por exemplo, separar a Saúde Pública da Pesquisa ou a Comunicação da Educação.

    Desta forma, a existência de comissões específicas se justifica apenas na distribuição de responsabilidades de assessoria da Diretoria, principalmente no estabelecimento de contatos com os profissionais da saúde, a população e outras organizações e entidades à Sociedade, e na execução de tarefas específicas à cada área, embora a responsabilidade na proposição e discussão de políticas inovadoras de interesse da nossa especialidade e a posterior avaliação da sua implementação, sejam comuns a todas as comissões, em conjunto com a Diretoria.

    Assim como as demais Comissões, a de Ensino e Pesquisa é mais uma inovação da SBDOF, que tem as seguintes atribuições estatutárias:

    1. Fazer um levantamento dos currículos de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial de todas as instituições de Odontologia do país;

    2. Organizar o temário para estudo dos programas de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial e sua integração com disciplinas afins, de acordo com os subsídios coletados, através do levantamento efetuado;

    3. Divulgar, através da comunicação, materiais didáticos e métodos atualizados de ensino em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial

    4. Coordenar, durante as reuniões anuais da SBDOF, o temário sobre o Ensino de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial.

    5. Planejar a programação científica das reuniões da SBDOF.

    6. Ter a seu cargo a coordenação do intercâmbio de informações bibliográficas nacionais e estrangeiras;

    7. Promover o intercâmbio com entidades congêneres nacionais e estrangeiras;

    8. Selecionar anualmente as pesquisas publicadas mais relevantes no campo da Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial, para efeito de sua divulgação com o referendo da SBDOF;

    9. Propor linhas de pesquisa para o desenvolvimento no campo da Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial.

    10. Propor e/ou executar estudos de revisão bibliográfica sobre temas específicos visando emitir declarações oficiais da SBDOF.

     

  • Saúde Pública
  • A Disfunção Temporomandibular (DTM) bem como condições que geram dor orofacial são importantes problemas de saúde pública, devido à sua magnitude, alta prevalência e, sobretudo, pelo impacto na qualidade de vida dos indivíduos acometidos.

    Neste contexto, a comissão de Saúde Pública da SBDOF tem hoje como principal objetivo trabalhar para facilitar o acesso da população ao diagnóstico e tratamento de Disfunção Temporomandibular e outras dores orofaciais. Para isso está em contato com autoridades em âmbito nacional, estadual e municipal.

    Através das ações da Comissão de Saúde Pública da SBDOF, um manual de regulação e um projeto de implantação de atendimento aos pacientes portadores de DTM e Dores Orofaciais para a rede pública de saúde foram elaborados. O projeto objetiva articular o atendimento e diagnóstico e, facilitar o acesso da população ao tratamento. 

    Seguem os materiais relativos a DTM/DOF na Saúde Pública.

    Manual de Regulacao DTM e DOF - SBDOF

    Projeto SUS - DTM/DOF

    COORDENAÇÃO DA COMISSÃO:
    Roberto Brígido de Nazareth Pedras

    MEMBROS DA COMISSÃO:
    Ira Cristina Uekama
    Isabela Maddalena de Souza Lima Dias
    Camila da Cunha Vieira Tagliari
    João Henrique Padula
    Simone Vieira Carrara

    A comissão de saúde pública da SBDOF está à disposição para quaisquer esclarecimentos. O email para contato é sbdof@sbdof.com

     

  • Estatuto
  • O estatuto da Sociedade Brasileira de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial – SBDOF pode ser acessado no documento abaixo:

    ESTATUTO SBDOF

     

A Sociedade Brasileira de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial – SBDOF, é uma sociedade civil, de caráter cultural e científico, que visa congregar os Cirurgiões Dentistas inscritos no Conselho Federal de Odontologia como especialistas em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial, bem como Cirurgiões Dentistas de outras especialidades, generalistas, e profissionais de outras áreas da saúde.

A SBDOF tem como objetivos:

- sistematizar e divulgar a prática, o ensino e a pesquisa desta especialidade no país, adentrando as instituições de ensino odontológico , incentivando a modernização dos materiais e métodos didáticos.

- colaborar para a atualização constante de nossos membros através de Encontros Científico-Culturais, estimular e apoiar desta forma a pesquisa e a divulgação dos seus resultados para todos os interessados, incluindo o público leigo.

- promover intercâmbio com entidades congêneres nacionais e estrangeiras, de forma a lutar pela unificação da nomenclatura, direta e indiretamente relacionada ao campo da DTM e da Dor Orofacial.

- propor, aprovar e divulgar declarações oficiais sobre os temas de interesse da especialidade.